Imagine um dia acordar com a visão embaçada, um formigamento estranho nos braços ou uma fraqueza repentina e incômoda nas pernas, sem entender direito o que está acontecendo. Passado um tempo, os sintomas somem. Mas logo depois, retornam.
Preocupado, você procura um médico, passa por uma bateria de exames e se depara com um resultado assustador: o diagnóstico de uma doença neurológica crônica.
Essa é a trajetória vivida por muitas pessoas ao saberem que têm Esclerose Múltipla (EM), uma condição em que o sistema imunológico passa a atacar e danificar as estruturas do sistema nervoso central.
Cerca de 3 milhões
Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 2,9 milhões de pessoas vivem com esclerose múltipla no mundo. Aproximadamente 40 mil delas no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.









