Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral, o pedido não está relacionado a uma condenação ou inelegibilidade já reconhecida, mas à ausência de documentos que, na avaliação do órgão, são necessários para analisar se o candidato preenche as condições de elegibilidade exigidas pela legislação. Na ação apresentada ao TRE-SP, o Ministério Público afirma que Salles não anexou certidões referentes a todos os processos listados em uma certidão da Justiça Estadual de segundo grau, como exige a legislação eleitoral. De acordo com o órgão, o candidato apresentou apenas uma certidão de movimentação processual de uma ação civil pública, documento que, segundo a Procuradoria, não permite verificar o conteúdo das decisões judiciais proferidas no caso. A Procuradoria, então, pediu que o TRE-SP receba a ação, notifique Ricardo Salles para apresentar defesa e, ao final, indefira o pedido de registro da candidatura caso a situação não seja regularizada. O órgão também solicitou nova vista do processo antes do julgamento para analisar eventual apresentação da documentação pendente. O g1 pediu posicionamento de Salles e aguarda resposta. Ex-ministro do Meio Ambiente no governo Jair Bolsonaro, Salles atualmente exerce mandato de deputado federal por São Paulo. Em pesquisa Datafolha divulgada em 6 de julho, ele apareceu com 13% das intenções de voto para o Senado, em terceiro lugar e tecnicamente empatado com Simone Tebet (16%), enquanto Marina Silva liderava com 18%. Ex-ministro Ricardo Salles é acusado de exportação ilegal de madeira na Amazônia
MP eleitoral pede impugnação da candidatura de Ricardo Salles ao Senado por SP | G1
Na ação apresentada à Justiça Eleitoral, o Ministério Público diz que Salles apresentou apenas uma certidão de movimentação processual de uma ação civil pública, o que não permite verificar o conteúdo das decisões judiciais proferidas no caso.








