Em entrevista exclusiva ao GLOBO, diretor da entidade fala sobre impactos causados pela saída dos EUA da organização e outros cortes no financiamento 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Tedros Adhanom: visita ao Brasil rendeu novo 'Cartão do SUS' — Foto: Alexandre Cassiano Países em conflito, com necessidade humanitária "muito alta", são as regiões do planeta afetadas por cortes no orçamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou em entrevista exclusiva ao GLOBO o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus. Suspensão de financiamentos e a saída dos Estados Unidos, sob o governo de Donald Trump, ajudaram a pressionar as finanças do órgão internacional — que busca diversificar sua obtenção de fundos, junto a países-membros. — Muitos programas foram afetados. Programas de HIV/AIDS, tuberculose, malária. Profissionais de saúde perdem suas posições porque o salário não estava sendo pago. Tratamentos pararam porque a cadeia de suprimentos foi afetada por cortes — explica. — Os mais vulneráveis são os mais afetados. Os mais vulneráveis são os mais afetados por cortes de orçamento na OMS, diz Tedros Adhanom Tedros demonstrou especial preocupação em relação à resistência da epidemia de HIV/AIDS, que tinha uma meta de eliminação prevista para 2030 que não será alcançada. Na entrevista, ele diz que já é o momento para pensar além desse prazo, pois o avanço de casos seguirá em curso superior ao desejado. O corte de custos para programas globais de HIV, explicou Tedros, é um dos motivos para a resistência dessa epidemia. Confira aqui a entrevista completa.
Os mais vulneráveis são os mais afetados por cortes de orçamento na OMS, diz Tedros Adhanom em vídeo
Em entrevista exclusiva ao GLOBO, diretor da entidade fala sobre impactos causados pela saída dos EUA da organização e outros cortes no financiamento






