O presidente Lula (PT) tem dito em conversas reservadas que sua votação no primeiro turno deste ano deverá chegar perto de seu teto eleitoral e que não não vê brechas para ampliar alianças no segundo turno.
Ele avalia não existir, no momento, possibilidade de outros candidatos o apoiarem em uma provável segunda etapa da eleição contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). Por essa análise, um aumento expressivo na sua votação entre um turno e outro seria pouco provável.
Nessas conversas, apurou a Folha, Lula avalia que essa eleição presidencial é diferente de todas as outras que já disputou por esse motivo e outros dois: o aumento da importância as redes sociais e a possibilidade de interferência estrangeira na disputa, temores da campanha petista.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante visita ao Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro - Eduardo Anizelli - 28.jul.26/Folhapress
Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (3) mostrou que a distância de Lula para Flávio caiu de 9 para 4 pontos no primeiro turno. No cenário de segundo turno, os dois aparecem tecnicamente empatados.










