Na Indústria, o resultado parece refletir preocupação com tarifas de importação dos EUA, e nos Serviços, a percepção do enfraquecimento da demanda, disse o pesquisador do fundação Aloisio Campelo Jr. O Índice de Confiança Empresarial (ICE) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) recuou 1,4 ponto em julho, para 91,3 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice registra variação negativa de 0,1 ponto. “A confiança empresarial recuou em julho, devolvendo a alta dos dois meses anteriores, com piora das avaliações na Indústria e nos Serviços. Na Indústria, o movimento parece refletir a preocupação com as novas tarifas de importação dos Estados Unidos, enquanto nos Serviços as empresas percebem enfraquecimento da demanda”, avaliou o pesquisador do FGV Ibre Aloisio Campelo Jr. Em julho, o Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E) caiu 1,5 ponto, para 92,9 pontos - a maior queda mensal desde agosto de 2025, quando havia recuado 1,9 ponto. Entre seus componentes, o indicador de satisfação com a situação atual dos negócios cedeu 1,7 ponto, para 91,8 pontos, enquanto o indicador que mede o nível da demanda no momento presente diminuiu 1,2 ponto, para 94,1 pontos. O Índice de Expectativas Empresariais (IEE), por sua vez, encerrou o mês em 89,8 pontos, com queda de 1,2 ponto. Entre seus componentes, o indicador que mede o otimismo com a demanda nos três meses seguintes caiu 2,2 pontos, para 87,2 pontos, enquanto o indicador que capta as expectativas em relação à evolução dos negócios seis meses à frente recuou 0,2 ponto, para 92,5 pontos. — Foto: Hugo Guillemard/Pexels
Índice de Confiança Empresarial recua para 91,3 pontos em julho, diz FGV
Na Indústria, o resultado parece refletir preocupação com tarifas de importação dos EUA, e nos Serviços, a percepção do enfraquecimento da demanda, disse o pesquisador do fundação Aloisio Campelo Jr.






