Santander é o mais recente a anunciar intenção de comprar ações em circulação de unidade brasileira; outros estudam possibilidade Jean Marcel Arakawa: “São casos em que o controlador ou até outros adquirentes enxergam um desconto entre o valor intrínseco e o de tela” — Foto: Marcelo Coelho/Divulgação A decisão do Santander de tentar comprar os cerca de 10% do capital que ainda não possui na unidade brasileira reforça uma tendência entre conglomerados estrangeiros de adquirir as participações minoritárias de subsidiárias listadas na B3. Grupos como Iberdrola, (dona da Neoenergia), EDP e Carrefour retiraram suas operações locais da B3 nos últimos anos e, segundo apurou o Valor, outras multinacionais avaliam lançar ofertas públicas de aquisição de ações (OPAs) de suas controladas brasileiras.

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