Oito anos após surpreender o Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel vai tentar mais uma vez contrariar as previsões e chegar ao Palácio Guanabara. O ex-governador, afastado por impeachment em 2021, vai concorrer de novo ao cargo, desta vez pelo Democrata, antigo PMB (Partido da Mulher Brasileira).
Insuflado pela onda bolsonarista de 2018, o ex-juiz federal agora tenta pegar carona nas medidas de austeridade implementadas pelo desembargador Ricardo Couto, governador interino mantido no cargo por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal). O nome do ex-governador deve ser confirmado neste sábado (1º) na convenção da sigla.
"Embora não tenha permanecido no cargo como o desembargador Ricardo Couto, nossa visão de gestão é bastante similar pela nossa formação, de transparência, de legalidade e de objetividade na condução da gestão do Estado", afirmou o ex-governador.
Além da carreira na magistratura, o ex-governador ressalta como paralelo com o desembargador a escolha do secretário de Fazenda, Guilherme Mercês, que ocupou o mesmo cargo em sua gestão. Também destaca ter em comum a relação conflituosa com a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), que decidiu por seu afastamento em 2020.










