A Justiça determinou nesta sexta-feira (31) a prisão preventiva, sem prazo para soltura, do policial militar Bruno Carvalho do Prado, um dos réus acusados pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, 22, em novembro de 2024, após uma abordagem em um hotel na Vila Mariana, na zona sul de São Paulo.
O agente estava com o PM Bruno Carvalho do Prado, que atirou no estudante. Os dois são réus na ação e irão a júri popular.
A prisão foi decretada pela juíza Luiza Torggler Silva, da 4ª Vara do Júri.
Ela afirma que o assistente de acusação noticiou fatos novos de que o policial Prado, no curso da ação penal e enquanto submetido às medidas cautelares fixadas pela Justiça, teria se envolvido em uma ocorrência de ameaça e lesão corporal contra a sua mulher, no contexto de violência doméstica e familiar, que está em apuração.
"Com efeito, o crime narrado na denúncia é considerado de extrema gravidade, de sorte que a custódia é imprescindível para o resguardo da ordem pública", escreve na decisão.







