A leitura em linha com o esperado do PCE de junho e a leitura levemente abaixo do consenso do PIB do segundo trimestre tiveram pouca influência nas negociações Placa de Wall Street — Foto: Michael Nagle/Bloomberg As bolsas americanas dispararam nesta quinta-feira, impulsionadas pelo forte avanço do setor de tecnologia, liderado pelas ações da Microsoft, após fortes resultados trimestrais. Os índices recuperaram grande parte das perdas vistas no sell-off de ontem, em meio aos questionamentos sobre a credibilidade do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh. A leitura em linha com o esperado do PCE de junho e a leitura levemente abaixo do consenso do PIB do segundo trimestre tiveram pouca influência nas negociações. O índice Dow Jones encerrou em alta de 1,19%, aso 52.208,06 pontos. O S&P 500 saltou 1,66%, aos 7.437,63 pontos; e o Nasdaq disparou 2,78%, aos 25.122,18 pontos. O setor de tecnologia disparou 5,24%, impulsionado pelos ganhos em ações de chips e semicondutores. A reversão da tendência negativa no segmento aconteceu após a Microsoft (+15,51%) reportar fortes resultados do quarto trimestre fiscal e afirmar que a projeção de investimentos para o ano permaneceu inalterada. A Meta, porém, despencou 7,95%, depois de divulgar lucro abaixo das estimativas. Apesar do forte desempenho em Wall Street, os juros do T-bond de trinta anos ainda operam no maior patamar desde 2007, diante dos questionamentos quanto à credibilidade de Warsh e pelo avanço da inflação implícita. As taxas de curto prazo, porém, operam em queda, em meio à perspectiva de que o banco central americano não terá urgência em aumentar as taxas de juros.
Bolsas de NY disparam com impulso de ‘techs’ após o ‘sell-off’ da véspera
A leitura em linha com o esperado do PCE de junho e a leitura levemente abaixo do consenso do PIB do segundo trimestre tiveram pouca influência nas negociações
Microsoft (+15,51%) lidera rally tech de 5,24%; Nasdaq +2,78% após resultados trimestrais. Tech se reafirma como driver: apetite por grandes caps AI/chips resiste a pressão inflacionária e dúvidas sobre credibilidade do Fed.






