Juros futuros também têm melhora, ainda que tímida Ibovespa e real se beneficiam de precificação sobre Fed e dados dos EUA — Foto: Julio Bittencourt/Valor A reprecificação dos agentes financeiros sobre a chance de aumento de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) abre margem para que ativos de risco se valorizem nesta sessão. Com isso, mercados locais se beneficiam, em especial a bolsa e o câmbio. No caso específico deste último, a possível intervenção do governo japonês no iene pode estar dando um fôlego adicional, ao puxar o dólar para baixo. Perto das 12h35, o dólar à vista era negociado em queda de 0,79%, cotado a R$ 5,0677, enquanto o euro comercial caía 0,19%, a R$ 5,8367. No exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, recuava 0,85%, aos 100,031 pontos. O dólar tinha desvalorização de 2,41% ante o iene japonês. No mercado de ações, o Ibovespa registrava alta de 0,95%, aos 175.530 pontos, enquanto em Nova York o Nasdaq avançava 2,14% e o S&P 500 subia 0,93%. Já o Dow Jones tinha valorização de 0,39%. O setor de tecnologia era o que mais avançava entre os índice setoriais do S&P 500, em alta de 4,42%. Os juros também tinham uma melhora, ainda que tímida. A taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2029 recuava de 14,195% do ajuste anterior para 14,12%. Já o rendimento do título do Tesouro americano de dez anos caía de 4,684% do fechamento anterior para 4,674%.
Ibovespa e real se beneficiam de precificação sobre Fed e dados dos EUA
Juros futuros também têm melhora, ainda que tímida
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