Depois de passar dez dias seguidos sentindo dores, sua esposa, preocupada, o arrastou para uma consulta médica —a primeira dele em cerca de 12 anos.
"Sempre evitei ir ao médico", conta. "Existe aquela expectativa de que homem tem que aguentar firme e seguir em frente. Eu só tomava paracetamol e tentava dormir mais cedo."
Segundo ele, o clínico geral "não encontrou nada de errado", receitou mais analgésicos e o encaminhou a um oftalmologista, que também não identificou qualquer problema.
Mas Kelly, 33, continuou desconfiada. "Eu sabia que alguma coisa não estava certa. Lembro de dizer que havia sinais de alerta, mas nos disseram que não havia motivo para preocupação."
Dias depois, Josh se levantou para ir trabalhar, mas Kelly mais uma vez interveio e insistiu para que ele fosse ao pronto-socorro do Hospital Wrexham Maelor, porque a dor havia ficado insuportável.







