Com senador fora do páreo, Marcelo Aro busca unir bolsonarismo na eleição mineira 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O ex-deputado Marcelo Aro no plenário da Câmara, em 2021 — Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados A retirada de Cleitinho abre espaço para a união do bolsonarismo em torno de outro candidato ao governo de Minas Gerais: Marcelo Aro, do PP. Ele articula uma aliança para concorrer com apoio do Republicanos, de Cleitinho, e do PL, de Flávio Bolsonaro. Ex-deputado federal, Aro se notabilizou como líder da bancada da bola. Chegou a acumular o mandato com o cargo de diretor de "ética e transparência" na CBF, na gestão de Marco Polo del Nero. Mais tarde, a Fifa baniria o cartola do futebol por envolvimento em esquemas de corrupção. Em 2015, quando ainda era vereador na capital mineira, Aro homenageou Eduardo Cunha com o título de cidadão honorário de Belo Horizonte. No mesmo ano, ele assumiu uma vaga na Câmara e passou a integrar a tropa de choque de Cunha. Hoje os dois estão estremecidos por divergências na montagem de palanques em Minas. Nos últimos quatro anos, Aro chefiou duas secretarias na gestão de Romeu Zema. Afastou-se em abril para concorrer ao Senado na chapa do governador Mateus Simões, do PSD. Com a hesitação de Cleitinho, mudou os planos e passou a articular a própria candidatura ao governo estadual.
Favorito a substituir Cleitinho em MG, Marcelo Aro liderou bancada da bola e deu título a Eduardo Cunha
Com senador fora do páreo, Marcelo Aro busca unir bolsonarismo na eleição mineira














