0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Flávio Bolsonaro e Lula trocam candidaturas nos estados por apoio — Foto: Maria Isabel Oliveira e Brenno Carvalho / Agência O Globo Criticado por concentrar as costuras políticas da campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho decidiu descentralizar algumas frentes, como a do segmento evangélico. O coordenador determinou a criação de um núcleo para fazer o corpo a corpo com o eleitorado evangélico, buscando conter as investidas de Lula sobre esse grupo. A estratégia traçada é montar uma força-tarefa com cerca de seis lideranças religiosas que não sejam políticas, mas tenham capilaridade no país. Esses nomes estarão constantemente no QG da campanha de Flávio e manterão contato frequente com pastores e evangélicos da base. Outra ação será encabeçada pelo próprio Flávio Bolsonaro. A ideia é que o senador peça a Silas Malafaia que organize um encontro com líderes evangélicos de diferentes igrejas para demonstrar apoio à sua candidatura à Presidência. O pastor fez o mesmo com Jair Bolsonaro em 2022. O plano é que esse encontro aconteça já nas próximas semanas, com o objetivo de frear as investidas da campanha de Lula sobre o segmento. A pesquisa Quaest deste mês mostrou que Flávio segue à frente de Lula na intenção de votos do eleitorado evangélico. Mas a diferença, que era de 37 pontos em maio, agora é de 22. Como informou a coluna, lideranças religiosas que apoiam Flávio estão pessimistas com o clima captado nas igrejas e templos. Em conversas com sua base, afirmam que hoje há muita dúvida sobre a efetividade da candidatura de Flávio ao Palácio do Planalto. A avaliação desses líderes é que a postura desse eleitorado é totalmente distinta da de 2022, quando Jair Bolsonaro concorreu contra Lula.
Campanha de Flávio Bolsonaro cria núcleo para frear investidas de Lula junto a evangélicos
Campanha de Flávio Bolsonaro cria núcleo para frear investidas de Lula junto a evangélicos







