Abdul Ballout, suspeito de matar uma pessoa e ferir dezenas em ataque durante a Parada LGBTQIA+ em Berlim, no sábado (25), deixou um vídeo gravado em seu celular em que reivindica a autoria do ataque e jura lealdade ao Estado Islâmico.
O aparelho foi encontrado por investigadores no veículo usado para o atropelamento em massa em um trecho do Tiergarten, parque público próximo ao palco principal do evento, um dos maiores do mundo no gênero. Após bater a van em uma árvore, o agressor ainda perseguiu e feriu pessoas com um facão. A arma branca ainda não foi localizada, mas uma bainha com esse formato foi apreendida no local.
Ballout, 21, alemão filho de imigrantes libaneses, foi morto em confronto com um comando especial no domingo em um subúrbio de Berlim. No vídeo, ele aparece mascarado, reivindicando o ataque em árabe e falando de sua suposta ligação com a organização terrorista.
Desde sábado, centenas de policiais e cães farejadores vinham vasculhando a área do atentado. Pelas informações colhidas, Ballout atravessou o parque e andou até uma conhecida estação do centro de Berlim, onde pegou o trem para Spandau.
Fez todo esse percurso entre milhares de pessoas que deixavam a Parada, interrompida imediatamente após o ocorrido.











