O governo de Donald Trump denunciou os bloqueadores de puberdade e a terapia hormonal para menores transgênero como "mutilação química". Nos últimos dias, deixou claro que não tem tais escrúpulos quanto a injetar testosterona em soldados americanos.
Parlamentares liberais e veteranos militares aproveitaram essa contradição quando o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou que militares americanos com 30 anos ou mais que apresentassem níveis baixos de "T" receberiam oferta de terapia de reposição de testosterona (TRT).
"Pete Hegseth se declara a favor de cuidados de afirmação de gênero", escreveu Adam Schiff, senador democrata pela Califórnia, no X.
Os críticos de Hegseth retrataram a iniciativa de TRT como uma ilustração perfeita da fixação do movimento Maga (Make America Great Again, em inglês) com virilidade e otimização corporal, e sua crença de que a expressão de gênero deve ser estritamente binária.
Críticos culturais há muito observam a predileção do mundo Trump por homens musculosos e prontos para os holofotes e mulheres glamorosas, hiperfemininas, com intervenções estéticas inconfundíveis.








