Entre abril e junho, a companhia telefônica somou receitas de R$ 6,96 bilhões, alta de 5,5% em relação ao mesmo período de 2025 Loja da TIM — Foto: Divulgalção/TIM A TIM Brasil registrou um lucro líquido normalizado de R$ 1,03 bilhão no segundo trimestre de 2026, representando uma melhora anual de 6,2%. O resultado exclui efeitos não recorrentes no Ebitda (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e na linha de imposto de renda. No critério contábil, a companhia teve lucro de R$ 970 milhões, representando leve queda de 0,6% em um ano. Confira os resultados e indicadores da TIM Brasil e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 Entre abril e junho, a companhia telefônica somou receitas de R$ 6,96 bilhões, alta de 5,5% em um ano. A receita de serviço móvel totalizou R$ 6,37 bilhões no trimestre, avanço de 4,6%. Já o faturamento do serviço fixo cresceu 27% em um ano, para R$ 416 milhões. Segundo a TIM, o crescimento foi sustentado pela evolução de todas as frentes, com destaque para a TIM Ultrafibra e o segmento corporativo, que continua ampliando sua relevância na composição dos resultados. Número de clientes No trimestre, a companhia ainda atingiu a marca de aproximadamente 61,9 milhões de clientes na base móvel, estável na comparação anual. A receita média por usuário (Arpu, na sigla em inglês) móvel totalizou R$ 34,3, melhora de 5% ano contra ano. O maior faturamento veio acompanhado de maiores custos normalizados da operação, que cresceram 4% em um ano e atingiram R$ 3,38 bilhões. O desempenho é explicado, principalmente, pelos impactos da consolidação dos ativos da V8.Tech e da I-Systems, que passaram a afetar a estrutura de custos no primeiro semestre. A TIM concluiu a aquisição da V8.Tech, empresa especializada na integração de soluções digitais e serviços gerenciados, em janeiro deste ano. A aquisição da I-Systems foi concluída em maio. O Ebitda normalizado da empresa de telecomunicações totalizou R$ 3,58 bilhões no segundo trimestre, melhora anual de 7%, com margem Ebitda de 51,5%. O resultado financeiro ficou negativo em R$ 569 milhões, piora de 51,8% na comparação anual. De acordo com a empresa, a piora reflete, principalmente, uma base comparativa desfavorável frente ao segundo trimestre de 2025. Além disso, o resultado do segundo trimestre de 2026 também foi pressionado pelo aumento das despesas com juros sobre arrendamentos e pelos efeitos da consolidação da I-Systems (R$ 13 milhões). Ao final de junho, a dívida líquida da companhia era de cerca de R$ 12,52 bilhões, ante a dívida de R$ 11,32 bilhões do final de março. O indicador de alavancagem, medido pela relação da dívida líquida total sobre o Ebitda normalizado, ficou em 0,89 vez. Em um segundo comunicado, a TIM Brasil informou que seu conselho de administração aprovou a realização de aportes de capital de até R$ 600 milhões na I-Systems e até R$ 70 milhões na V8.Tech, mediante a integralização de capital. Os aportes serão realizados com recursos provenientes do caixa da TIM e têm por objetivo, prioritariamente, viabilizar o pagamento antecipado de obrigações financeiras das subsidiárias, “contribuindo com otimização da estrutura de capital e de custos financeiros do grupo TIM no Brasil”. A companhia ainda esclarece que a operação não implicará em emissão de ações da TIM, nem resultará em alteração de seu capital social ou da participação societária da companhia nas suas subsidiárias.
Lucro da TIM Brasil sobe no 2º trimestre para R$ 1 bilhão
Entre abril e junho, a companhia telefônica somou receitas de R$ 6,96 bilhões, alta de 5,5% em relação ao mesmo período de 2025







