Daqui a cerca de dois meses, no dia 25 de setembro, a seleção italiana terá seu próximo compromisso dentro de campo, quando encara a Bélgica pela estreia da Liga das Nações da Europa, no Estádio Olímpico de Roma.
Até lá, a equipe tetracampeã mundial ainda terá de encontrar um novo treinador, que terá pouco tempo para implementar seu método de trabalho na tentativa de evitar um novo fiasco.
Carregando o trauma de não conseguir a classificação para as últimas três edições da Copa do Mundo, a Azzurra também vem batendo cabeça fora dos gramados, com a FIGC (a federação italiana de futebol) com sérias dificuldades para conseguir encontrar um técnico à altura do desafio.
O atual périplo começou no fim de março, quando a Itália tornou-se a primeira campeã mundial a ficar de fora de três edições consecutivas do Mundial ao ser derrotada na repescagem das Eliminatórias europeias pela Bósnia e Herzegovina –seleção que caiu na fase de 32 da Copa-2026.
Poucos dias depois do fracasso italiano, o ex-volante Gennaro Gattuso —campeão mundial em 2006— deixou o comando da equipe.












