"Os ativos postando o álbum do The Strokes e os passivos o da Charli XCX." A brincadeira, que viralizou na rede social X (ex-Twitter) nos últimos dias, resume o debate em torno de "Music, Fashion, Film", novo álbum de Charli XCX. Desde o lançamento, o disco vem despertando reações opostas e dividindo opiniões até entre os fãs mais fiéis da artista.
Com 11 faixas, o trabalho deixa de lado parte do pop explosivo que marcou "Brat", –álbum que impulsionou a cantora a um novo patamar de popularidade em 2024–, para investir em uma mistura de música eletrônica, guitarras distorcidas e influências do rock alternativo. Ao longo do disco, Charli também reflete sobre sua relação com a música, a moda e como se sente diante das câmeras, transformando essas experiências em parte da narrativa do álbum.
A mudança, porém, não chega a ser uma surpresa para quem acompanha sua trajetória. Desde o início da carreira, a britânica faz da experimentação uma marca registrada, alternando entre o pop de apelo comercial e produções mais ousadas.
Nas redes sociais, muitos elogiaram a disposição da cantora em abandonar fórmulas de sucesso para explorar novas sonoridades. Para parte do público, "Music, Fashion, Film" reforça a imagem de Charli XCX como uma artista que prioriza a inovação, mesmo que isso signifique renunciar a uma recepção unânime.












