Espaço de 180 metros quadrados passou por um retrofit, ganhou anexo em terraço e rooftop 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A designer Andrea Brito trabalha em parceria com Thomaz Velho, artista e marido — Foto: Luiza Schreier RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/07/2026 - 21:08 Casa Ocre: Novo Espaço de Design e Arte no Rio de Janeiro A Casa Ocre Mobiliário, no Horto, Rio de Janeiro, é um novo espaço de 180m² dedicado ao design e arte brasileira, resultado de um retrofit em uma vila operária de 1889. Criada por Andrea Brito Velho, a casa oferece móveis sob encomenda e exposições temporárias. Destaque para a combinação de arte e mobiliário, com artistas como Marina Ribas, Paula Bohm e Thomaz Velho. O espaço é elogiado pela sensibilidade e bom gosto de Andrea. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Entre restaurantes, ateliês e marcas que transformaram o Horto em um ponto badalado da Zona Sul carioca, a boa-nova é um endereço voltado para design e arte brasileira. Da cenógrafa e designer Andrea Brito Velho, a Casa Ocre Mobiliário se instalou no número 33 da Rua Caminhoá, em um dos imóveis da antiga vila operária construída em 1889. O espaço de 180 metros quadrados passou por um retrofit, ganhou anexo em terraço, rooftop e funciona como um desdobramento da primeira loja com curadoria de Andrea, a poucos passos dali. “Na Ocre original, objetos, móveis e arte ficam juntos e misturados, e à venda em pronta-entrega. Com isso, há uma mudança constante no visual. Quis ter ambientes expositivos mais permanentes e limpos, e aprofundar o universo de cada artista”, conta ela, produtora visual requisitada por escritórios de arquitetura como Escala, Natália Lemos e Garimpório. Na sala, sofá de Carla Madeira com quadro de Thomaz Velho na parede — Foto: Luiza Schreier Além do mobiliário produzido sob encomenda, assinado por ela e por designers brasileiros (nomes como Fernando Zanardi, Rejane Carvalho Leite e Estúdio Bro), o espaço conta com uma agenda de ocupações artísticas temporárias. Em cartaz, a artista plástica Marina Ribas passeia por instalações e registros fotográficos. Na sequência, será a vez de Paula Bohm (agosto) e Thomaz Velho (setembro), marido de Andrea, que faz luminárias esculturais e transita entre nanquim, aquarela e colagens. “A arte sempre foi um pilar na curadoria dela e, agora, com essa arquitetura mais ampla, vazia, fica um diálogo interessante entre obras e móveis. Um respiro de galeria, sem ser”, define Thomaz. Terraço da casa “retrofitada”: poltrona carbonizada desenvolvida por Andrea — Foto: Luiza Schreier Vizinha do Horto, a arquiteta Natália Lemos aposta no sucesso da novidade graças à sensibilidade e ao bom gosto de Andrea para deixar o espaço acolhedor: “Um olhar extremamente apurado para perceber detalhes, equilibrar texturas e propor composições”.