O sucesso de "O Diabo Veste Prada 2" e "Michael" nos cinemas estourou a quantidade de pipocas vendidas pela Baurucas, rede de franquias do produto em estilo artesanal. Em maio, as 44 lojas da marca em 32 shopping centers registraram faturamento de R$ 2,7 milhões. O crescimento foi de 52% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 1,8 milhões).
A Baurucas defende a visão de que o aquecimento do mercado se espalha a outras lojas do centro comercial, especialmente às conectadas à experiência do entretenimento. Como a pipoca.
A estratégia da marca é instalar pontos de venda em corredores de alta circulação, próximos às entradas dos cinemas, para captar o público antes e depois das sessões. Esse modelo, segundo a empresa, permite aproveitar picos sazonais gerados por férias, datas comemorativas e estreias de longas-metragem.
A Baurucas tem planos de ampliar a presença em novos complexos de São Paulo e Minas Gerais, regiões onde já iniciou sua expansão fora do eixo original no Rio de Janeiro. A companhia aposta que a agenda de novos filmes deve continuar impulsionando os resultados nos próximos meses.
"Lançamentos geram um efeito que vai além das salas. O aumento de fluxo impacta todo o ecossistema do shopping", afirma Maurício Matheus, sócio-fundador da Baurucas. Ele afirma que a pipoca artesanal se consolidou como opção de consumo por impulso nesses momentos de maior aquecimento do cinema.






