O inquérito aberto sobre os repasses de Daniel Vorcaro ao "Dark Horse", filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vai investigar a suspeita de crimes de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e corrupção.
A apuração inclui a atuação no caso de Vorcaro, do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), do publicitário Thiago Miranda, investigado pela Polícia Federal sob suspeita de coordenar ataques ao Banco Central a mando do banqueiro, e de sócios brasileiros do fundo Entre Investimentos e Participações e da holding Havengate Development Fund LP.
No mesmo caso, a Polícia Federal levantará as emendas parlamentares do senador para identificar se alguma delas favoreceu o Banco Master.
O pedido de diligência foi feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e acrescentado na manifestação enviada ao STF (Supremo Tribunal Federal) na quarta-feira (22), favorável à abertura da investigação.
Os indícios citados pela PF ao ministro André Mendonça, relator do caso na corte, para solicitar a abertura do inquérito são as conversas tornadas públicas em 13 de maio em que o pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro pediu dinheiro ao ex-banqueiro para financiar o filme sobre o pai.









