Cálculo foi realizado por monitor de comércio exterior suíço; país recebeu segunda maior taxa média cobrada sobre produtos importados 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Silhueta do presidente Donald Trump — Foto: Aaron Schwartz / Bloomberg RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/07/2026 - 18:55 Aumento de tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros atinge 17,7% no governo Trump Durante o segundo mandato de Donald Trump, o Brasil registrou o maior aumento percentual nas tarifas de importação impostas pelos EUA, subindo 17,7 pontos percentuais, conforme o Global Trade Alert. A tarifa média para produtos brasileiros atingiu 18,89%, tornando o Brasil o segundo país mais tarifado após a China. As sobretaxas incluem a Seção 301, entre outras, com exceções para café e outros produtos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO As tarifas efetivas cobradas ao Brasil após a Sanção 301 sobre o trabalho forçado subirá a 18,89%, calcula o Global Trade Alert (GTA), iniciativa suíça de monitoramento do comércio exterior. A marca leva o Brasil a figurar como país que teve o maior aumento em pontos percentuais durante o segundo mandato do presidente americano Donald Trump, superando até mesmo a China, hoje o país com a maior cobrança de tarifas de importação pelos americanos. O monitor suíço afirma que a taxa média aplicada sobre os itens brasileiros teve aumento de 17,7 pontos percentuais desde o fim do mandato de Joe Biden, enquanto os produtos chineses registraram aumento de 13,11 pontos percentuais. A tarifa média soma a cobrança das tarifas sobre todos os produtos exportados aos EUA, incluindo aqueles que tiveram isenção em algum momento. Por isso, as taxas médias são menores do que as tarifas cobradas. De acordo com o GTA, a tarifa média cobrada aos produtos brasileiros exportados aos EUA era de apenas 1,19% imediatamente antes do início do governo Trump, em janeiro de 2025. No início do mês passado, no entanto, a tarifa média sobre os produtos brasileiros calculada pelo GTA era de 11,73%, somando a tarifa base-normal de importação, a sobretaxa imposta pela seção 122 (que substituiu as taxas derrubadas pela Suprema Corte americana, em fevereiro) e a seção 232, que incide principalmente sobre metais. Considerando a aplicação da Seção 301, de 25%, anunciada no último dia 15, com algumas exceções, a tarifa média estimada ao país subiu para 18,22%. Isso porque ainda está em vigor uma sobretaxa de 10% imposta pela Seção 122, que expira no próximo sábado. No entanto, com a imposição da sobretaxa de 12,5% nesta quinta-feira, a taxa média cobrada aos produtos brasileiros sobe a 18,89%. Com esta alíquota, o país só está abaixo da China, que tem tarifa de 27,13%. No caso do Brasil, entram na lista de isenção da tarifa de 25% o café, carnes, suco de laranja, petróleo e gás e peças aeroespaciais. Com a aplicação da nova tarifa, veja o ranking de países como a maior tarifa média cobrada pelos Estados Unidos aos produtos importados: 1º lugar — China — 27,13%2º lugar — Brasil — 18,89%3º lugar — Turquia — 17,71%4º lugar — Vietnã — 16,58%5º lugar — Indonésia — 16,25%6º lugar — Tailândia — 14,74%7º lugar — Índia — 12,98%8º lugar — Japão — 12,44%9º lugar — Coreia do Sul — 12,19%10º lugar — Áustria — 11,35% Os países que mais registraram aumentos nas taxas médias durante o segundo mandato de Donald Trump foram, segundo o GTA: 1º lugar — Brasil — 17,7 pontos percentuais2º lugar — Turquia — 14,53 pontos percentuais3º lugar — China — 13,11 pontos percentuais4º lugar — Tailândia — 13,08 pontos percentuais5º lugar — Vietnã — 12,84 pontos percentuais
Brasil tem maior aumento percentual de tarifas em segundo mandato de Trump; veja ranking
Cálculo foi realizado por monitor de comércio exterior suíço; país recebeu segunda maior taxa média cobrada sobre produtos importados








