Suspeitos não tinham documentos para importação do produto e foram presos em flagrante 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Medicamentos para emagrecimento apreendidos pela PF — Foto: Reprodução/ Polícia Federal RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/07/2026 - 18:50 Casal é preso no Galeão com 273 ampolas ilegais para emagrecimento Um casal foi preso no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, ao desembarcar com 273 ampolas de medicamentos para emagrecimento sem documentação de importação. Oriundos de Foz do Iguaçu, os suspeitos foram flagrados durante fiscalização da Polícia Federal. Eles responderão por importação irregular, considerado crime hediondo devido ao risco à saúde pública. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Homens da Polícia Federal prenderam um casal, nesta quinta-feira, que transportava 273 ampolas de medicamentos para emagrecimento. A apreensão ocorreu logo após os suspeitos desembarcarem de um voo comercial oriundo de Foz do Iguaçu, cidade do Paraná, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governdor, na Zona Norte do Rio. A dupla não apresentou a documentação exigida para a importação regular dos remédios, que teriam sido trazidos do exterior. A apreensão foi realizada durante fiscalizações de rotina, após policiais da Delegacia Especial da Polícia Federal no Aeroporto Internacional do Galeão identificarem que uma passageira, de 24 anos, natural de Medeiros Neto, na Bahia, e um passageiro, de 29 , de Teixeira de Freitas, no mesmo estado, haviam desembarcardo transportando os medicamentos. Durante a abordagem, os agentes localizaram cerca de 273 ampolas nas bagagens dos passageiros. Frota menor, estações degradadas e falhas de manutenção nos trens do Rio: confira cinco problemas encontrados na malha ferroviária Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, os presos foram encaminhados ao sistema prisional do estado, onde permanecerão à disposição da Justiça. Eles responderão pelo crime de importação irregular de medicamentos sem registro no órgão de vigilância sanitária competente, conduta que configura crime hediondo em razão do risco à saúde pública.