Indústria calcula que o Brasil é o quinto país no mundo mais afetado por taxa criada em janeiro deste ano 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 m 2025, as exportações para outros países cresceram 3,5%, mesmo com a queda de 6,6% para os EUA — Foto: Jonne Roriz/Bloomberg RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/07/2026 - 15:46 Exportações brasileiras para o México caem 42,5% após tarifas elevadas As exportações brasileiras para o México caíram 42,5% no primeiro semestre de 2023, impactadas por uma tarifa imposta pelo governo mexicano em janeiro, segundo a CNI. O Programa de Protección para las Industrias Estratégicas elevou impostos sobre 1.463 produtos, prejudicando US$ 91,5 milhões em exportações. O Brasil é o quinto país mais afetado, o que preocupa a indústria nacional em meio às negociações comerciais. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO As exportações brasileiras atingidas pela taxa imposta pelo governo do México em janeiro deste ano caíram 42,5% neste primeiro semestre, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A queda é em relação aos três anos anteriores, e equivalente a US$ 91,5 milhões. O Programa de Protección para las Industrias Estratégicas foi implementado pelo México em janeiro de 2026. A decisão do governo mexicano aumentou o imposto de importação de 1.463 produtos, aplicando taxas que, em alguns casos, ultrapassam os 50%. A Confederação estima que cerca de US$ 665 milhões em exportações brasileiras podem ser diretamente afetados. Segundo a CNI, com a mudança, o Brasil passou a ser o 5º país mais exposto atigindo do mundo pela medida, considerando as economias que não têm acordo de livre comércio com o México. “O aumento de tarifas para alguns produtos preocupa a indústria brasileira e vai na contramão do que o setor busca com o país: aprofundar a relação bilateral e avançar nas negociações de um acordo comercial”, afirma a gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri.