Senador chegou a ter o nome vetado por Ciro Nogueira e migrou para o PL para se lançar na disputa pelo Palácio Iguaçu 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Pré-candidato ao governo, Sandro Alex discursa em reunião com integrantes do União Progressista no Paraná — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/07/2026 - 19:34 União Brasil e Progressistas apoiam Sandro Alex para governo do PR União Brasil e Progressistas apoiam Sandro Alex (PSD) para suceder Ratinho Júnior no Paraná, após divergências sobre Sergio Moro, que migrou para o PL. A aliança foi formalizada em reunião que contou com lideranças políticas locais. Moro, anteriormente vetado pelo PP, tenta fortalecer sua candidatura com apoio de figuras como Deltan Dallagnol. Em âmbito nacional, União Progressista adota neutralidade na disputa presidencial. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A federação entre o União Brasil e o Progressistas anunciou nesta quarta-feira o apoio ao ex-secretário e deputado estadual Sandro Alex (PSD), escolhido como sucessor do governador Ratinho Júnior (PSD). No início do ano, o bloco partidário divergiu sobre o aval ao senador Sergio Moro (PR), que decidiu migrar para o PL para dar prosseguimento à sua candidatura. A aliança com Sandro Alex foi lançada após uma reunião de lideranças dos dois partidos hoje. Na ocasião, ao discursar junto a Ratinho, agradeceu pelo apoio e disse que o arranjo seria a "confirmação do trabalho que o governador iniciou ao lado de todos". Na ocasião, também estavam presentes Alexandre Curi (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa e pré-candidato ao Senado, Maria Victoria, deputada estadual e presidente do PP no estado, e Matheus Laiola, deputado federal que comanda o diretório paranaense do União. O apoio da federação também era cobiçado por Rafael Greca (MDB), ex-prefeito de Curitiba e também pré-candidato ao governo, que aguardava por uma resposta dos dois partidos. Já Sergio Moro segue rompido com o bloco partidário, depois de ter deixado o União no início do ano. À época, o presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira (PI), afirmou que a sigla não homologaria a candidatura do ex-juiz da Lava-Jato ao Palácio Iguaçu. O parlamentar chegou a ser defendido por Antônio Rueda, dirigente nacional do União, que, em nota, disse que "a imposição de vetos arbitrários é inaceitável". Em março, durante a janela partidária, no entanto, Moro recebeu o aval para se candidatar pelo PL e migrou para a sigla, em um movimento de reaproximação com o entorno do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após anos de distanciamento provocados pela sua saída do Ministério da Justiça. O ex-juiz anunciou em sua chapa o ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo-PR) e o deputado federal Filipe Barros (PL-PR). O grupo político também tem trabalhado para atrair o Podemos, afastando-o de uma aliança com Sandro Alex. Já em nível nacional, a federação União Progressista deverá declarar neutralidade na disputa presidencial, frustrando as expectativas do senador Flávio Bolsonaro (PL). Como mostrou o GLOBO, a posição foi decidida durante uma reunião de integrantes dos dois partidos na noite desta terça-feira e teria sido comunicada a Flávio por Ciro Nogueira.