Impasse segue desde o dia 29 de junho, quando os motoristas interromperam o serviço. Essa foi a quinta tentativa de acordo entre as partes 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Segundo dia de greve dos Rodoviários no Rio de Janeiro. Ônibus lotado no Terminal Gentileza — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/07/2026 - 12:13 Motoristas de ônibus mantêm estado de greve após impasse salarial Motoristas de ônibus seguem em estado de greve após a quinta rodada de negociações com empresários terminar sem acordo. As empresas oferecem 5% de reajuste salarial, enquanto a categoria pede 12%. A proposta de aumento na cesta básica também foi rejeitada. Sem expectativa de nova greve imediata, uma assembleia ocorrerá para discutir o impasse, e o sindicato planeja recorrer à Justiça. As partes têm dez dias para apresentar recurso. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Na quinta rodada de negociação entre rodoviários e empresários, ocorrida no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) nesta quarta-feira, as partes não chegaram a um acordo sobre as demandas dos motoristas. As empresas mantiveram reajuste salarial de 5%, contra os 12% pedidos pela categoria, e propôs aumento de 6% na cesta básica, que chegaria a cerca de R$ 700. O Sindicato dos Rodoviários rejeitou a proposta, alegando que, com o descontos, a cesta chegaria a cerca de R$ 600, valor que não mudaria a vida dos trabalhadores, justifica a entidade. Assim, os motoristas mantiveram o estado de greve, o que significa que eles podem iniciar uma paralisação a qualquer momento. Presidente do Sindicato dos Rodoviários, Sebastião José afirmou, porém, que não há expectativa de nova greve no momento. Na quinta-feira, a categoria se reunirá em assembleia, a partir das 16h, na sede da entidade, na Estrada do Otaviano, 404, em Rocha Miranda, para discutir os termos da negociação desta quarta e os próximos rumos da mobilização. O sindicato afirma que recorrerá à Justiça. As partes têm dez dias para apresentar recurso TRT. Inicialmente, os trabalhadores pediram reajuste salarial de 17% e depois baixaram para 12%. De acordo com os representantes da Rio Ônibus, o sindicato patronal, não haverá uma nova proposta de ajuste salarial. Os empresários haviam se comprometido debater nesta última reunião outras questões, como a cesta básica. Outro pedido dos motoristas é que o intervalo de 30 minutos para almoço seja reajustado. No último dia 2, a classe suspendeu a paralisação na esperança que as negociações avançassem. As outras tentativas de acordo sob mediação do TRT-RJ aconteceram nos dias 30/6, 1º/7, 6/7 e 15/7.