A área de negócio, considerando mercado interno e externo, representou 36,8% do total da receita, ficando atrás apenas de equipamentos eletroeletrônicos industriais (EEI), que ocupou de abril a junho 51,4% da receita O segmento de produtos para geração, transmissão e distribuição (GTD) de energia elétrica da WEG apresentou uma receita operacional líquida (ROL) de R$ 1,6 bilhão no segundo trimestre, montante que representa uma queda de 22,9% ante igual período de 2025. Confira resultados e indicadores da WEG e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 A área de negócio, considerando mercado interno e externo, representou 36,8% do total da receita, ficando atrás apenas de equipamentos eletroeletrônicos industriais (EEI), que ocupou de abril a junho 51,4% da receita. Neste segmento, o mercado doméstico registrou crescimento anual de 16,5% ao reportar uma receita de R$ 1,7 bilhão no segundo trimestre. No todo, a receita no mercado doméstico da companhia somou R$ 3,97 bilhões de abril a junho, queda anual de 4,9%. No mercado externo, ficou em R$ 6,2 bilhões no mesmo período, alta anual de 2,3%. De acordo com a companhia, o desempenho no mercado externo em reais foi afetado pela variação do dólar americano médio, que passou de R$ 5,67 no segundo trimestre de 2025 para R$ 5,05 em igual etapa deste ano, uma desvalorização de 10,9%. Ainda no segundo trimestre, a empresa ampliou os investimentos para R$ 794,9 milhões, dos quais 55,5% foram destinados às plantas no exterior e 44,5% ao parque fabril do Brasil. No segundo trimestre do ano passado, haviam sido aportados R$ 672,6 milhões, com a maior parte sendo destinada ao Brasil. No todo, a receita no mercado doméstico da companhia somou R$ 3,97 bilhões de abril a junho, queda anual de 4,9% — Foto: Rogerio Vieira/Valor
Segmento de geração, transmissão e distribuição da WEG recua 22,9% no 2º trimestre
A área de negócio, considerando mercado interno e externo, representou 36,8% do total da receita, ficando atrás apenas de equipamentos eletroeletrônicos industriais (EEI), que ocupou de abril a junho 51,4% da receita







