A política do Rio Grande do Sul entrou em período de franca agitação em torno da escolha de um nome para suceder Borges de Medeiros como governador do estado, conforme noticiam jornais da capital da República (que era o Rio de Janeiro).
Ao que já se sabe, três nomes foram atirados à arena pelo PRR (Partido Republicano Rio-Grandense): o atual vice-governador, Protásio Alves, o secretário estadual de Obras Públicas, Sérgio de Oliveira, e o líder da bancada situacionista gaúcha na Câmara Federal, Getúlio Vargas.
Já os políticos da Aliança Libertadora não mostram confiança em vencer a disputa pelo governo.







