Eleito o melhor jogador da Copa do Mundo, o meia Rodri, da Espanha, foi uma peça fundamental do meio de campo da equipe ao longo de toda a campanha rumo ao bicampeonato.

Principal responsável por ditar o ritmo do jogo e dar início às jogadas ofensivas da Fúria espanhola, o volante de 30 anos do Manchester City também desempenhou papel fundamental na proteção da defesa, com a seleção europeia tendo sofrido apenas um gol durante a competição, nas quartas de final contra a Bélgica.

Rodri foi titular das 8 partidas da Espanha no Mundial, atuando nos 90 minutos em 7 jogos. Foi substituído no fim do segundo tempo na estreia contra Cabo Verde e só deixou o campo novamente na final contra a Argentina, no fim do primeiro tempo da prorrogação.

Sua atuação dominante no setor central do campo refletiu-se em um recorde no número de passes em Copas do Mundo.

Segundo dados da Opta Analyst, Rodrigo Hernández Cascante alcançou a marca de 811 passes no torneio da Fifa (Federação Internacional de Futebol), o maior número desde o início da série histórica da plataforma, na Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra.