Papel tem prazo de quatro anos, com emissão estruturada em cotas sênior, mezanino e júnior; recursos serão destinados à expansão das operações de crédito, como duplicatas e notas comerciais O grupo SRM, composto por gestora de recursos, DTVM, instituição de pagamento e securitizadora, anunciou nesta segunda-feira (20) que conseguiu levantar R$ 600 milhões por meio de debêntures. O papel tem prazo de quatro anos, com emissão estruturada em cotas sênior, mezanino e júnior, e atingiu 100% de distribuição, segundo a empresa. A operação teve o Patria Investimentos como um dos investidores. Eduardo Siqueira, diretor de relações com investidores e mercado de emissões de títulos de dívida da SRM, afirmou em comunicado oficial que a operação vai sustentar o crescimento dos negócios. Os recursos captados serão destinados à expansão das operações de crédito da SRM, como duplicatas e notas comerciais. “Em 2023, realizamos nossa primeira emissão de debêntures, captando R$ 300 milhões. Dobramos esse volume ao alcançar R$ 600 milhões em uma segunda emissão e contamos com a participação de investidores de referência no mercado”, afirma. A S&P Global atribuiu ratings de ‘brAA (sf)’ para a classe sênior e de ‘brBBB- (sf)’ para a classe mezanino. Fundada em 2004, a SRM atua com crédito para empresas de médio a grande porte, fintechs e pequenas instituições financeiras. O volume anual de operações de crédito ultrapassa R$ 10 bilhões e o total sob gestão, R$ 7 bilhões. No ano passado, a SRM Asset concluiu a compra da gestora Empírica Holding, que pertencia à Reag Investimentos, investigada na Operação Carbono Oculto. A transação ocorreu após a Reag se desfazer de parte dos ativos por conta de investigações da Polícia Federal. O negócio pode chegar a R$ 75 milhões, sendo R$ 25 milhões correspondentes à parcela fixa e R$ 50 milhões, à variável, valores vinculados ao desempenho da operação até dezembro de 2029. — Foto: Gerd Altmann/Pixabay
Grupo SRM levanta R$ 600 milhões com debêntures
Papel tem prazo de quatro anos, com emissão estruturada em cotas sênior, mezanino e júnior; recursos serão destinados à expansão das operações de crédito, como duplicatas e notas comerciais







