0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, em debate na CNI — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/07/2026 - 07:03 Pesquisa: 55% dos Eleitores Confiam na Reeleição de Lula; Flávio Bolsonaro Enfrenta Crise e Desafios Políticos Uma pesquisa Genial/Quaest revela que 55% dos eleitores acreditam na reeleição de Lula, enquanto apenas 25% confiam na vitória de Flávio Bolsonaro. A campanha de Flávio enfrenta dificuldades, com crise interna e desafios como a investigação de corrupção e a falta de apoio político. O cenário político se assemelha ao de Lula em 2018, com pressões para a substituição do candidato. A fragilidade de Flávio abre espaço para especulações e ataques, enquanto o TSE é criticado por propostas controversas sobre pesquisas eleitorais. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Este texto é da newsletter de Thomas Traumann, enviada toda segunda-feira de manhã com uma análise do cenário político na semana que se inicia. Para ler antes da publicação on-line, direto no seu e-mail, clique aqui para se inscrever. Depois de 16 anos, a Espanha é campeã do mundo. O fim da Copa é o início de uma campanha eleitoral que promete ser mais dura, catimbada e renhida do que o jogo do domingo. Flávio Bolsonaro tinha a Copa inteira para resolver seus problemas internos com Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Nikolas Ferreira, além de arranjar uma explicação minimamente convincente para os mais de R$ 65 milhões que recebeu do banqueiro corrupto Daniel Vorcaro. Perdeu tempo e agora entra numa temporada de caça. Até o registro da candidatura, em 5 de agosto, Flávio Bolsonaro será alvo de denúncias, vídeos e ataques para tentar convencer Jair Bolsonaro a substituí-lo. Uma pesquisa inédita Genial/Quaest mostra que 55% dos eleitores acreditam que o presidente Lula será reeleito e apenas 25% apostam na vitória de Flávio Bolsonaro. A vitória do presidente é a opinião majoritária em todas as regiões, gêneros, idades, nível escolar e religiões. Entre os eleitores independentes, 52% acreditam na vitória de Lula. Apenas 14% em Flávio Bolsonaro. Conversei com três dirigentes de partidos de direita nos últimos dias, e eles concordam que o risco da campanha bolsonarista é virar uma profecia autorrealizável: se a maioria acha que Flávio vai perder, ele acaba perdendo. Nesta newsletter, revelo quem será o porta-voz econômico escolhido por Lula para um eventual Lula 4. Spoiler: não é nenhum petista de carteirinha. Explico ainda como o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, busca, com o novo tarifaço, encontrar no Brasil uma nova Delcy Rodríguez, a presidente da Venezuela que faz o que ele manda. Em um erro do qual irá se arrepender, ganhe ou perca a eleição de outubro, Flávio Bolsonaro vai descobrir que os EUA querem, lógico, aliados eleitos pelo mundo, mas ao mesmo tempo querem ganhar tudo e sempre. No fundo, querem um mundo de Delcys Rodríguez. Boa leitura! Nesta edição: A temporada de caça a FlávioBolsonaro 2026 e Lula 2018Soltando o pino da granadaA voz do chefeEm busca de uma Delcy RodríguezObscurantismo eleitoralFique atento 1. A temporada de caça a Flávio Os três meses consecutivos de crise na campanha do senador Flávio Bolsonaro começam a cobrar seu preço. Um recorte inédito da pesquisa Genial/Quaest mostra que 55% dos eleitores acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será reeleito em outubro. Apenas 25% apostam na vitória de Flávio Bolsonaro. A vitória do presidente é a opinião majoritária em todas as regiões, gêneros, idades, nível escolar e religiões. Entre os evangélicos, fortaleza do bolsonarismo, Lula é considerado o provável vencedor por 45% a 36% para o senador. Mesmo entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, o levantamento mostra uma degradação na confiança das chances do candidato: entre os que se identificam com direita não-bolsonarista, o índice dos que acreditam na vitória da oposição caiu de 67% em abril para 46% em julho. Entre os bolsonaristas raiz, a variação foi de 80% para 72%. Entre os eleitores independentes, na prática os que decidem a eleição, 52% creem na vitória de Lula. Apenas 14% acreditam em Flávio Bolsonaro. Faltando onze semanas para o primeiro turno, o fato de Lula ser o favorito não significa que o jogo está jogado. Na política brasileira, falta um século até a eleição. No entanto, o fato de que tanta gente desconfia das chances de Flávio Bolsonaro tem implicações políticas imediatas. Um eleitor pode votar no candidato que defende suas propostas mesmo achando que ele vai perder. Um político, porém, terá muito mais cautela em embarcar num barco afundando. No domingo que vem, o PL faz a convenção para sacramentar a candidatura de Flávio Bolsonaro e, por enquanto, só deve atrair partidos nanicos. Maior federação do Congresso, PP e União Brasil ficarão neutros. O Republicanos também resiste a um apoio formal. É grande a possibilidade de Bolsonaro ter menos tempo de propaganda de rádio e TV do que Lula. A fragilidade de Flávio Bolsonaro abriu a temporada de caça por uma improvável substituição do candidato. Conversei com três dirigentes de partidos de direita nos últimos dias, e eles concordam que o risco da campanha bolsonarista é virar uma profecia autorrealizável: se a maioria acha que Flávio vai perder, ele acaba perdendo. Mesmo dentro da campanha há o temor de que, nas próximas semanas, aumentem os ataques para convencer Jair Bolsonaro a substituir o filho por outro candidato. São três as frentes de ataques no radar: Caso Vorcaro – A divulgação da fotografia na piscina da cobertura do hotel Fasano, no Rio de Janeiro, de Flávio Bolsonaro com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” do banqueiro corrupto Daniel Vorcaro, foi compreendida como um alerta de que outras imagens podem surgir em breve. Ninguém na campanha dorme tranquilo, com medo de um vídeo comprometedor de Flávio com Vorcaro.Governo do Rio – As investigações em curso sobre a corrupção no governo Cláudio Castro sugerem que Flávio Bolsonaro controlava algumas secretarias envolvidas em licitações fraudadas.Um novo vídeo de Michelle – Descartada por Flávio Bolsonaro e atacada violentamente pela guerrilha de Eduardo Bolsonaro, nada impede a madrasta Michelle de divulgar novos ataques. No último, ela deixou uma ameaça no ar: “Eles (os irmãos Bolsonaro) me tratam como se eu fosse idiota. Como se eu fosse alguém que chegou ontem. Eu não sou. Eu sei mais do que eles pensam”. Num ataque de sinceridade, Flávio Bolsonaro reconheceu na semana passada, em entrevista ao Flow Podcast, não ter mais nenhuma relação com a madrasta. Depois de Eduardo Bolsonaro coordenar ataques nas redes sociais, a campanha de Bolsonaro está também distante de outros dois líderes da oposição, o governador Tarcísio de Freitas e o deputado Nikolas Ferreira. Os adversários sentiram o sangue na água. Nos últimos dias, Ronaldo Caiado, do PSD, que até agora fazia uma campanha mais bolsonarista que o próprio Flávio, passou a mostrar um tantinho de coragem. Com luvas de pelica para não ferir os sentimentos dos eleitores bolsonaristas, Caiado argumenta que Flávio teria uma derrota certa no segundo turno contra Lula, ao contrário do que supostamente aconteceria se ele chegasse à reta final. Com luvas de boxe, Renan Santos, do Missão, escolheu como candidato a vice um tenente-coronel da Brigada Militar gaúcha que se apresenta como um “verdadeiro bolsonarista” e acusa Flávio de ter “traído os ideais” defendidos pelos que votaram no pai em 2018. Na avaliação dos líderes da direita, os ataques especulativos contra Flávio Bolsonaro duram até 5 de agosto, prazo para o registro da candidatura. Em tese, um novo escândalo até lá poderia fazer Jair Bolsonaro retirar o nome do filho. No plano de alguns políticos, se Flávio Bolsonaro ficar inviável, poderia surgir uma nova chapa com Ronaldo Caiado e Michelle Bolsonaro como vice. Por enquanto, é só sonho. O fato de alguns políticos investirem nesse sonho, porém, comprova a fragilidade de Flávio Bolsonaro neste momento. 2. Bolsonaro 2026 e Lula 2018 É uma ironia da história que Jair Bolsonaro repita hoje um roteiro similar ao de Lula em 2018. Condenado naquele momento a 12 anos de prisão por corrupção, Luiz Inácio Lula da Silva recebeu inúmeros conselhos para indicar Ciro Gomes como seu candidato a presidente em 2018. Ouviu e recusou. Insistiu em ser ele mesmo o candidato até que o registro da candidatura fosse cassado, semanas antes do pleito, e Fernando Haddad assumisse a candidatura. Haddad perdeu, mas Lula manteve a esquerda unida em torno de si. Em 2022, com as condenações anuladas, ele voltou à Presidência. Ciro Gomes nunca o perdoou. Condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro foi pressionado até o limite para escolher Tarcísio de Freitas como seu candidato. Ouviu e recusou. Indicou o filho Flávio, que rapidamente herdou os votos do bolsonarismo, mas hoje sofre com a sua escandalosa relação com Daniel Vorcaro. Novamente, Bolsonaro recebe pressão para substituir Flávio, mas é altamente improvável que isso aconteça. Assim como Lula em 2018, Jair Bolsonaro em 2026 prefere perder a eleição a vencer com alguém que não lhe é absolutamente fiel. Por essa analogia, mesmo a derrota ainda garantiria aos Bolsonaros a liderança da oposição e a possibilidade de voltar ao poder em 2030. 3. Soltando o pino da granada Na berlinda, a campanha de Flávio Bolsonaro pode antecipar a divulgação de diálogos do celular da empresária Roberta Luchsinger com o filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A intenção inicial era guardar o material para agosto. O ministro da Fazenda, Dario Durigan — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo 4. A voz do chefe O presidente Lula decidiu que o ministro da Fazenda, Dario Durigan, será o seu porta-voz sobre os planos econômicos de um novo mandato. Isso significa que quem quiser antecipar o que será um eventual Lula 4 deve ler com mais atenção o projeto de Orçamento que será enviado ao Congresso no fim de agosto do que o programa de governo preparado pelo PT. 5. Em busca de uma Delcy Rodríguez Os repórteres Tyler Pager e Anatoly Kurmanaev, do jornal The New York Times, revelaram na semana passada como o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, está governando a Venezuela pelo telefone. Com autorização da presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, o Tesouro dos EUA recebe a receita da maior parte das exportações do país e depois devolve por meio do sistema bancário, “em uma relação semelhante à dos pais distribuindo auxílios para filhos. Rubio e sua equipe estabeleceram as condições para o que esse dinheiro pode ser gasto, e por quem”, afirma o Times. O novo tarifaço sugere que, para os americanos, Flávio Bolsonaro é candidato a ser uma nova Delcy Rodríguez. Pré-candidato à sucessão de Donald Trump em 2028, Rubio usa a América Latina como sua plataforma, se equilibrando no discurso intervencionista dos neoconservadores com o isolacionismo do movimento Maga (“Faça a América grande novamente”). Para os primeiros, Rubio reciclou o discurso do “perigo comunista” da influência chinesa nos governos de esquerda. Para o Maga, ressalta as vantagens que os trabalhadores e empresários americanos terão com administrações dóceis pelo continente. O tarifaço contra o Brasil, anunciado na quarta-feira (15), é só uma peça nesse quebra-cabeça. O primeiro tarifaço, de julho do ano passado, foi pedido por Eduardo Bolsonaro, que convenceu o entorno de Donald Trump de que as pressões econômicas e jurídicas norte-americanas seriam suficientes para fazer com que o Supremo Tribunal Federal liberasse a candidatura de Jair Bolsonaro. As tarifas unilaterais, no entanto, eram tão flagrantemente ilegais que o escritório de comércio dos EUA (USTR) iniciou uma série de “investigações de práticas ilegais” para dar sustentação jurídica às sobretaxas, não apenas contra o Brasil, mas especialmente contra China, Índia e União Europeia. Quando a Justiça derrubou o tarifaço de 2025, os processos do USTR se tornaram o eixo legal para a política de tarifas de Trump. Nunca houve uma negociação de boa-fé entre os países. O USTR só buscava cumprir os prazos para não ter um novo revés na Justiça. Rubio recebeu os vários recados da família Bolsonaro de que o novo tarifaço ajuda Lula, mas não havia como recuar. O máximo que ele pode fazer foi o post grosseiro dizendo que o ego de Lula impediu a negociação que nunca existiu. Como mostrou em artigo na Folha o ex-secretário de Comércio Exterior Welber Barral, a proposta norte-americana era inaceitável. Ela obrigava o Brasil a zerar as tarifas de etanol sem compensação, dar ao USTR a possibilidade de padronizar os preços de commodities “para mitigar a avassaladora competitividade do agronegócio brasileiro”, eliminar tarifas para produtos químicos, veículos e medicamentos exclusivamente para os EUA, impedir a venda de empresas de minerais para “entidades estrangeiras de preocupação" (ou seja, a China) e zerar as tarifas para carros americanos. Só Delcy Rodríguez aceitaria este pacote. Nesta semana, o governo americano vai impor ao Brasil e a outros 53 países uma nova sobretaxa, agora de 12,5%, sob o pretexto de que estes mercados compram produtos de “nações que usam trabalho forçado”, um eufemismo para as exportações chinesas. A primeira lição a ser aprendida com essa segunda onda tarifária é que ela mira os interesses eleitorais nos Estados Unidos, não os do Brasil. Os EUA pretendem ajudar Flávio Bolsonaro, mas não o suficiente para desviar da sua agenda interna. Isso significa também que, se Lula for reeleito, é previsível que apareçam outras medidas contra o Brasil. E a natureza do governo Lula não é ceder, mas se afastar, o que vai gerar mais atrito. Só a China tem a ganhar com a disputa. A diplomacia foi organizada em torno do aforismo de lorde Palmerston (1784-1865), “não existem aliados permanentes, nem inimigos permanentes, apenas interesses permanentes”. Com Rubio, há uma contradição. Os EUA querem, lógico, aliados eleitos pelo mundo, mas ao mesmo tempo querem ganhar tudo e sempre. No fundo, querem um mundo de Delcys Rodríguez. O ministro Kássio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral — Foto: Antônio Augusto/TSE 6. Obscurantismo eleitoral Em 2022, o Tribunal Superior Eleitoral foi o guardião da razão em meio à campanha de fake news conduzida por Jair Bolsonaro contra as urnas eletrônicas. Em 2026, sob a condução do ministro Kássio Nunes Marques, o TSE atua na direção contrária, como defensor de iniciativas obscurantistas paridas pela pior parcela do Congresso contra pesquisas eleitorais. Durante a semana, Nunes Marques propôs em uma reunião com 16 empresas de pesquisa a concessão de um “selo de acurácia eleitoral” para quem mais acertar resultados na eleição de outubro. É daquelas ideias que deixam a dúvida se é um caso de ignorância ou de má-fé. A proposta foi feita pelo ministro em busca de uma saída para a “regulamentação das pesquisas”, um buraco cavado por ele mesmo após censurar um levantamento da Atlas/Bloomberg a pedido de Flávio Bolsonaro. Quem poderia imaginar que um erro crasso levaria a uma péssima ideia, capaz de produzir outro pior ainda, não é mesmo? Estagiários do TSE e estudantes de estatística sabem que pesquisas eleitorais não são previsões do resultado de uma eleição. Usam métodos estatísticos, com comprovação científica, para estimar a intenção de voto em determinado momento. Como se sabe — ou se deveria saber no Congresso e no TSE —, intenção de voto e voto não são a mesma coisa. Como acontece com a maioria das péssimas ideias, essa não é nova. Está na praça desde 2022, inserida pela Câmara numa proposta de reforma do Código Eleitoral. Sobreviveu na passagem ao Senado, sob a relatoria do hoje ministro Alexandre Silveira. O Código nunca foi votado. A função real do tal selo é intimidar as empresas para, em seguida, procurar restringir suas atividades. Parte do Congresso deseja manter o eleitor às escuras durante a campanha. Assim como a luz do Sol é o melhor detergente (como dizia o juiz Louis Brandeis, da Suprema Corte americana), a escuridão é essencial para a sobrevivência de malfeitos. O erro de Nunes Marques coloca em risco não só sua gestão, mas a autoridade do TSE no momento mais crucial. O tribunal pode se tornar não a última instância das disputas eleitorais, mas uma instância de passagem, com os conflitos sendo levados ao STF. Tudo que o país não precisa agora é de uma Justiça Eleitoral enfraquecida. 7. Fique atento O governo norte-americano anuncia uma nova sobretaxa sobre os produtos brasileiros e de outros 53 países, agora de 12,5% por importação de produtos feitos com “trabalho forçado” (ou seja, chineses). Contrariando a vontade inicial do presidente Lula, os ministérios da Fazenda e da Indústria e Comércio vão seguir buscando evitar uma retaliação aos tarifaços. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro recorre da decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes de proibir visitas com finalidade “político eleitoral” até o fim das eleições. Alexandre não autorizou a visita do presidente argentino Javier Milei a Bolsonaro.Nesta segunda-feira, o PDT abre a temporada de convenções confirmando o seu apoio à reeleição de Lula. O calendário das convenções vai até 4 de agosto: • 20 de julho – PDT apoia Lula • 25 de julho – PL confirma Flávio Bolsonaro • 26 de julho – PSD confirma Caiado • 27 de julho – Novo confirma Zema • 27 de julho – MDB fica neutro• 27 de julho – PP fica neutro• 29 de julho – PSB apoia Lula • 30 de julho – Republicanos pode ficar neutro• 1º de agosto – Missão confirma Renan Santos • 2 de agosto – PT confirma Lula • 4 de agosto – União Brasil fica neutroÀs vésperas da convenção marcada para o dia 25, Flávio Bolsonaro tenta um acordo com o Republicanos que lhe permita anunciar a desconhecida Daniella Marques como sua candidata a vice.Em Minas, o PL tenta um acordo com o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos. Líder nas pesquisas, Cleitinho quer distância do caso Master. Ainda em Minas, o PT anuncia na segunda-feira (20) a candidatura do deputado Patrus Ananias ao governo. Sem opção, o PT sacrifica um militante histórico. O PL promete ingressar com ação para censurar a pesquisa Genial/Quaest que mostrou Bolsonaro atrás na disputa.Na sexta-feira (24), o Datafolha divulga nova pesquisa presidencial.O Congresso só volta a trabalhar em agosto. O meu, o seu, o nosso bolso agradece.
Pesquisa Quaest mostra que 55% acreditam na vitória de Lula e só 25% de Flávio Bolsonaro
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