Para Mario Felisberto, CIO da Santander Asset, a incerteza externa e o cenário eleitoral reduzem o grau de confiança nas posições em ativos domésticos Mario Felisberto, da Santander Asset, vê pouco espaço para cortes da Selic, e eleição já com reflexos na dinâmica de ativos financeiros locais — Foto: Ana Paula Paiva/Valor O aumento das incertezas globais e a proximidade da eleição presidencial no Brasil levaram a Santander Asset Management a reduzir o grau de confiança nas apostas para o mercado doméstico. Embora continue moderadamente otimista com os ativos brasileiros, a gestora revela que as decisões de investimento ficaram mais táticas e que o ambiente exige bem mais cautela do que no início do ano, em um cenário que contempla, ainda, uma redução importante no espaço para cortes adicionais da Selic.

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