Uma das cenas mais emblemáticas da Copa do Mundo deste ano, a de jogadores argentinos exibindo uma faixa para reivindicar a soberania das Ilhas Malvinas após vencer a Inglaterra por 2 a 1 em Atlanta, reverberou na política de ambos os países nesta quinta-feira (16), um dia após o clássico.

Trata-se de um assunto delicado. O conflito de 1982 matou 649 argentinos e 255 britânicos, terminando em uma derrota humilhante para o país sul-americano, que não conseguiu recuperar o território no oceano Atlântico.

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Desde então, menções sobre a retomada das ilhas pelos argentinos costumam abalar a sensível diplomacia entre as duas nações —e a desta quarta (15) ocorreu em um campo de futebol que recebia a semifinal da Copa do Mundo, uma das maiores vitrines que um protesto poderia ter.