Dois meses após a explosão no Jaguaré, na zona oeste de São Paulo, parte dos moradores afirma que continua enfrentando obras inacabadas, novos danos em imóveis e dificuldades para retomar a vida.

Eles relatam que equipes responsáveis pelos reparos retornam diversas vezes às residências, mas problemas reaparecem após as intervenções.

Os atigindos também reclamam do que veem como tratamento desrespeitoso de parte dos funcionários que executam as obras.

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo, hoje administrada de forma privada), responsável pela obra que causou a explosão, disse apoiar os moradores afetados.

A empresa afirma que, no perímetro definido pela Defesa Civil, 48 imóveis apresentaram avarias, sendo que 44 tiveram os reparos concluídos e quatro seguem em execução. Fora dessa área, diz ter vistoriado outros 99 imóveis (leia mais abaixo).