Os alimentos básicos, como cereais e leguminosas, representam 13% do custo de uma alimentação saudável 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Cereais — Foto: Freepik RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/07/2026 - 10:56 Aumento de 25% no custo de alimentação saudável preocupa FAO O custo de uma alimentação saudável aumentou 25% nos últimos cinco anos, segundo a FAO, alcançando US$ 4,28 por pessoa/dia (cerca de R$ 22). Quase um terço da população global não tem acesso a essa alimentação. América Latina e Caribe enfrentam custos mais altos devido à priorização de exportações. Alimentos básicos representam 13% do custo total. FAO sugere subsídios e infraestrutura para reduzir custos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O custo de uma alimentação saudável aumentou 25% em cinco anos e quase uma em cada três pessoas no mundo não tem acesso a ela, segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Esse custo chega a 4,28 dólares por pessoa por dia (cerca de R$ 22,00 na cotação atual), conforme indica o relatório de 2026 da FAO sobre o estado da segurança alimentar e da nutrição no mundo, que será apresentado na próxima terça-feira na sede da organização, em Roma. — Como consequência, 2,69 bilhões de pessoas, ou seja, quase uma em cada três pessoas no mundo, continuam sem poder arcar com uma alimentação saudável — afirmou Máximo Torero Cullen, economista-chefe da FAO, durante uma coletiva de imprensa na sede da ONU em Nova York. A região onde esse custo é mais elevado é a América Latina, mais precisamente o Caribe, detalhou o especialista. Segundo ele, isso pode ser explicado pelo fato de esses países darem prioridade às exportações em vez de garantirem uma oferta suficiente e diversificada para os mercados locais. Os alimentos básicos, como cereais e leguminosas, representam 13% do custo de uma alimentação saudável, em comparação com quase 30% dos produtos de origem animal e, sobretudo, 16% das frutas e verduras. O mistério por trás da morte da musa de Botticelli: um caso médico de 550 anos foi solucionado? — O desafio não é produzir calorias suficientes, e sim tornar os alimentos ricos em nutrientes mais acessíveis — destacou Torero Cullen. Ele acrescentou que a produção local reduziria o custo de uma alimentação saudável em 34% em todo o mundo e em quase 80% na África. O especialista da FAO também recomenda reorientar os subsídios públicos para alimentos mais ricos em nutrientes, em vez de direcioná-los aos cereais. Também defende investimentos em logística e infraestrutura local, como estradas e armazenamento, já que "entre 70% e 75% do custo de uma alimentação saudável é gerado depois que os alimentos saem da fazenda".
Custo de uma alimentação saudável aumentou 25% em apenas 5 anos, segundo a FAO
Os alimentos básicos, como cereais e leguminosas, representam 13% do custo de uma alimentação saudável











