Você, provavelmente, usa grupos de WhatsApp para comentar a Copa do Mundo. Tem stickers das seleções e dos jogadores, está de olho no aplicativo enquanto a bola está rolando. Essa é uma realidade bem diferente nos Estados Unidos, um dos países-sede do mundial.
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Os americanos usam bem menos o WhatsApp, ainda que isso venha mudando. No país onde SMSs são gratuitos e o iPhone, com recursos como ligações de áudio e vídeo de graça pelo FaceTime, domina o mercado de smartphones, o aplicativo demora a ganhar tração.
Mudar isso é uma das prioridades da Meta, a gigante de tecnologia dona do WhatsApp. E eventos esportivos de larga escala caem como uma luva para grandes ações de publicidade e marketing do app. Com a Copa do Mundo não foi diferente.








