De paletós que expunham seu tórax tatuado para as gravatas e camisas sociais reservadas. Um tchau para os macacões à moda Elton John e David Bowie, vestidos pomposos e boá de plumas, e um olá para peças de alfaiataria e muitos —muitos— tênis de corrida.
Foi assim que a nova era de Harry Styles começou, marcada pelo lançamento do mais recente disco do astro em março, "Kiss All the Time, Disco Occasionally." —o primeiro em quatro anos. Após uma residência de 12 shows em Londres, agora o artista está no Brasil para quatro apresentações da turnê "Together, Together" no estádio Morumbis, em São Paulo, entre a próxima sexta (17) e dia 24 de julho.
Como artista pop, a carreira de Styles sempre foi marcada por diferentes eras —definidas por alguma estética marcante adotada pelo cantor. Ainda na One Direction, boyband que revelou Styles antes mesmo que ele alcançasse a maioridade, o artista viveu fases como a "Frat Boy Harry" —em que aparecia muitas vezes sem camisa, com jeans de cintura baixa e bonés virados para trás—, e a "Long Hair Harry" —quando deixou os cabelos crescerem até os ombros.
Já na carreira solo, houve destaque para o "Dunkirk Harry", da época em que se arriscou como estrela de cinema no filme de Christopher Nolan, e a sua era mais ousada até então, na época do disco "Fine Line", de 2019, com figurinos rebuscados e cores vibrantes.








