Servidor foi preso em flagrante no Centro do Rio após, segundo a PF, instalar 'arquivo malicioso' em sistema da instituição para capturar dados de clientes e facilitar aplicação de golpes 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Polícia Federal não informou o nome da instituição financeira nem a identidade do preso — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/07/2026 - 21:37 Funcionário de Banco Preso por Fraude de R$ 2 Milhões no Rio A Polícia Federal prendeu em flagrante um funcionário de banco no Centro do Rio, suspeito de integrar uma organização criminosa que desviou cerca de R$ 2 milhões. O servidor teria instalado um arquivo malicioso no sistema do banco para roubar dados de clientes e facilitar fraudes. A operação contou com a Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos e a Segurança do banco. O suspeito será acusado de crimes cibernéticos e organização criminosa. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Federal prendeu em flagrante, na tarde desta quarta-feira, um funcionário de uma instituição bancária suspeito de integrar uma organização criminosa responsável por desviar cerca de R$ 2 milhões da própria instituição financeira. A prisão ocorreu em uma unidade voltada para clientes de alta renda, no Centro do Rio. Segundo a PF, o investigado, que é funcionário público, teria inserido na rede de computadores do banco um arquivo malicioso capaz de capturar e vazar dados de clientes. As informações eram repassadas aos demais integrantes da organização criminosa, que utilizavam os dados para aplicar fraudes eletrônicas. A operação foi conduzida por policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (Deleciber), com apoio do setor de Segurança e Inteligência da instituição financeira. Após a prisão, o suspeito foi levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro, também no Contro do Rio, onde foi autuado em flagrante. Em seguida, será encaminhado ao sistema prisional do estado. Além do crime de invasão de dispositivo informático, o investigado responderá por furto mediante fraude eletrônica e por organização criminosa, informou a PF. A Polícia Federal não informou o nome da instituição financeira nem a identidade do preso.