A Meta é acusada por 26 ex-funcionários de supostamente utilizar de utilizar um software baseado em IA que priorizaria pessoas com deficiência ou em licença médica na seleção de funcionários para demissões em massa.
A ação, movida na segunda-feira (13) no tribunal federal de Oakland (EUA), afirma que a empresa se baseou em fatores como produtividade e uso de tokens de IA quando começou a cortar milhares de empregos no início deste ano, prejudicando pessoas que se ausentaram do trabalho devido a problemas de saúde.
No início deste ano, a Meta anunciou que planejava demitir 10% de sua força de trabalho global, ou quase 8.000 pessoas, a partir de maio, com mais cortes de pessoal previstos futuramente.
Os 26 autores da ação, que entraram com o processo anonimamente, acusam a Meta de violar leis federais e estaduais que proíbem a discriminação ou retaliação contra trabalhadores com deficiência, em licença médica ou grávidas. Os autores são de seis estados, incluindo Califórnia e Nova York, além do distrito de Columbia.
Um porta-voz da Meta afirmou nessa terça-feira (14) que as alegações carecem de fundamento. "As decisões relativas à gestão da força de trabalho e à organização foram e são tomadas por pessoas, não por IA", declarou o porta-voz.










