Entidades e movimentos em defesa dos direitos das mulheres se articularam numa ofensiva e protocolaram mais de 100 ofícios nesta terça-feira (14) para cobrar do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a votação do PL da Misoginia.

O projeto inclui a misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação, e equipara ao crime de racismo.

A proposta é prioridade do governo Lula, mas ainda enfrenta muita resistência entre os parlamentares da direita.

A coordenadora do grupo de trabalho que discutiu o projeto, deputada Tábata Amaral (PSB-SP), tenta um consenso em torno do tema.

O movimento feito nesta terça busca pressionar o presidente da Casa a votar o tema ainda nesta semana, antes do recesso.