Perspectiva de que os juros americanos não devem subir no curto prazo dão o tom dos negócios Notas de US$ 100 — Foto: Paul Yeung/Bloomberg O dólar comercial encerrou o pregão desta terça-feira em forte queda, que fez do real a moeda de melhor desempenho diário entre as 33 divisas mais líquidas acompanhadas pelo Valor. Ainda que o câmbio doméstico tenha ido melhor que os de outros mercados emergentes, a fraqueza do dólar foi uma tendência global diante de uma inflação mais baixa nos Estados Unidos em junho. O índice de preços ao consumidor (CPI) americano mostrou números mais benignos tanto no índice “cheio” quanto no núcleo, o que amenizou a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed) terá apertar a sua política monetária nos próximos meses. Ao fim das negociações no mercado à vista, o dólar comercial anotou queda de 1,05%, a R$ 5,0777, após tocar a mínima intradiária de R$ 5,0652 e a máxima de R$ 5,1270. Com o movimento de hoje, o dólar à vista fechou em seu menor nível desde 15 de junho. Já o euro comercial anotou queda de 0,74%, a R$ 5,7982. No fim da tarde, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de outras seis moedas fortes, recuava 0,29%, a 100,95 pontos.

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