A Norma Regulamentadora número 1 passou por atualização que inclui, pela primeira vez, fatores de risco psicossocial dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Sobrecarga, assédio, falta de autonomia e ambiguidade de papéis deixam de ser tratados apenas como pauta de gestão e passam a exigir identificação, avaliação e controle dentro das empresas.

Risco psicossocial entra no radar da NR-1

Segundo a norma, os fatores psicossociais precisam constar no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e, quando cabível, no Programa de Gerenciamento de Riscos. Na prática, isso implica mapear condições de trabalho que geram sofrimento psicológico, adotar medidas de controle e acompanhar resultados ao longo do tempo.

Além disso, o processo não se encerra em uma etapa única. Ele demanda participação de liderança, RH e das próprias equipes, de forma recorrente.

Trabalho híbrido embaralha fronteiras pessoais