Atacante afirma que repercussão da suspensão de seu gancho criou tensão no grupo às vésperas do jogo contra a Bélgica 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Balogun foi titular dos Estados Unidos contra a Bélgica após liberação da Fifa — Foto: Luke Hales / Getty Images via AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 14/07/2026 - 10:01 Interferência de Trump gera tensão na seleção dos EUA na Copa 2026 Folarin Balogun revelou que a suspensão de sua punição, após intervenção de Donald Trump, gerou tensão na seleção dos EUA antes da eliminação por 4 a 1 para a Bélgica na Copa do Mundo de 2026. A decisão, criticada por possível favorecimento e interferência política, afetou o ambiente interno da equipe, admitiu Balogun, destacando o nervosismo gerado às vésperas do confronto. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O atacante Folarin Balogun afirmou que a decisão de suspender sua punição para que pudesse disputar as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 acabou abalando o ambiente da seleção dos Estados Unidos antes da derrota por 4 a 1 para a Bélgica. Em entrevista ao programa CBS Mornings, o jogador reconheceu que a polêmica gerada pelo episódio teve impacto sobre o elenco. Balogun havia sido expulso na vitória americana sobre a Bósnia e Herzegovina, resultado que lhe renderia suspensão automática para o confronto eliminatório. No entanto, menos de 24 horas antes da partida, a punição foi suspensa pela Fifa após uma intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que confirmou ter conversado com o presidente da entidade, Gianni Infantino, para tratar do caso. Veja quem são os artilheiros da Copa do Mundo de 2026 1 de 6 O atacante argentino número 10, Lionel Messi, comemora o segundo gol de sua equipe durante a partida das oitavas — Foto: ODD ANDERSEN / AFP 2 de 6 Haaland comemora o primeiro gol marcado na partida — Foto: Getty Images via AFP X de 6 Publicidade 6 fotos 3 de 6 Mbappé tem 17 gols em Copas do Mundo — Foto: Al Bello/Getty Images/AFP 4 de 6 Seleção inglesa comemora após gol de Harry Kane — Foto: Getty Images via AFP X de 6 Publicidade 5 de 6 O meio-campista inglês número 10, Jude Bellingham, comemora o primeiro gol de sua equipe durante a partida das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 entre México e Inglaterra — Foto: CARL DE SOUZA / AFP 6 de 6 Oyarzabal marcou o gol da vitória da Espanha — Foto: JAVIER SORIANO / AFP X de 6 Publicidade Messi lidera a corrida pela Chuteira de Ouro da Copa do Mundo de 2026 com oito gols. Mbappé e Haaland aparecem logo atrás, seguidos por Harry Kane e outros destaques do torneio. Veja quem são os principais goleadores do Mundial. A decisão provocou críticas de dirigentes, torcedores e integrantes do futebol internacional, que apontaram possível favorecimento à seleção anfitriã e interferência política em uma questão disciplinar. Ao comentar o episódio pela primeira vez, Balogun disse que recebeu a notícia com satisfação, mas logo percebeu as consequências que ela teria. — Minha reação inicial foi de felicidade por voltar à equipe. Mas, quando comecei a pensar melhor, percebi que isso geraria muita controvérsia — afirmou. Segundo o atacante, a repercussão afetou o ambiente interno da seleção antes do duelo contra os belgas. — Era possível perceber um certo nervosismo entre os jogadores, porque era uma situação muito incomum. Conforme o jogo se aproximava, tentei manter o foco, mas foi difícil. Havia muito barulho do lado de fora, e é complicado ignorar isso — disse. Os Estados Unidos acabaram eliminados com uma derrota por 4 a 1 para a Bélgica, resultado que encerrou a campanha da equipe no Mundial. As declarações de Balogun foram dadas poucos dias depois de Andrew Giuliani, diretor executivo da força-tarefa da Casa Branca criada para acompanhar a Copa do Mundo, admitir que a controvérsia pode ter influenciado o desempenho da seleção, embora tenha evitado fazer uma avaliação definitiva. — Não sou psicólogo esportivo, então não posso dizer até que ponto isso afetou os jogadores. Mas continuo orgulhoso da maneira como esse grupo demonstrou caráter, mesmo nos momentos mais difíceis — afirmou Giuliani.