O que vai ter de brasileiro sendo inglês nessa semifinal... acho que serei um deles 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O meio-campista #10 da Inglaterra, Jude Bellingham, comemora depois de marcar o segundo gol de sua equipe durante a partida das quartas de final do torneio de futebol da Copa do Mundo de 2026 entre Noruega e Inglaterra — Foto: ROBERTO SCHMIDT /AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/07/2026 - 22:47 Frustração e Inveja: Torcedor Brasileiro Assiste Semifinais Sem o Brasil na Copa O artigo reflete a frustração de um torcedor brasileiro ao ver as semifinais da Copa do Mundo sem a presença do Brasil, admirando a Espanha pelo seu jogo coletivo impecável e a França por suas individualidades decisivas. A Argentina é elogiada pela garra e pela magia de Messi, enquanto a Inglaterra é vista como uma esperança, com Jude Bellingham e Harry Kane em destaque. A narrativa é permeada por uma sensação de inveja e desejo de sucesso para os brasileiros que torcem por outras nações. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Foi vendo o desenrolar das semifinais desta Copa que eu descobri a inveja futebolística. Queria muito não só voltar a ter o Brasil em uma semifinal, como gostaria de poder falar que a seleção tem qualquer coisa parecida com as quatro melhores seleções do mundo. Não temos. E não adianta criar teorias sobre quem chegou, só sobrou minha inveja agora. A começar pelo melhor coletivo neste mundial: a Espanha de Rodri, Dani Olmo e Cucurrella. Uma seleção com o entrosamento de clube. A Espanha começou a Copa como favorita, sustentou toda a primeira fase sem sofrer gols, quase sem permitir finalizações aos adversários e, quando precisou confirmar o favoritismo, não foi nenhum craque quase aposentado que foi chamado, mas, sim, Mikel Merino, meia do Arsenal, que saiu do banco para decretar as vitorias contra Portugal e Bélgica. A grandeza coletiva da Espanha é tamanha que pouco se fala sobre o mundial abaixo das expectativas da jovem estrela Lamine Yamal. Os espanhóis não têm dependência individual de ninguém, dependem apenas da fidelidade inegociável ao modelo de jogo. Para derrubar a perfeição espanhola, a adversária é uma seleção disruptiva, e, aí sim, cheia de individualidades que resolvem. A sensação nos jogos da França é que ela joga para resolver as partidas quando bem quiser, o risco é quando encontra um adversário duríssimo como o Paraguai, quando o time de Mbappé mostrou a dificuldade de encarar equipes fechadas. Rabiot e Koné sustentam defesa e o ataque; Dembélé, Olise, Doué e Mbappé não se abatem com as dificuldades. Vejo a França num ciclo muito parecido com o que viveu o Brasil entre 1994 e 2002; resta saber se a coletividade espanhola conseguirá superar a individualidade francesa. O encontro na final poderá ser novamente a Argentina, e, embora eu seja parte de uma geração que passou a vida toda ouvindo que é necessário odiar nossos vizinhos, reconheço que nas últimas décadas alguns jogadores argentinos deram mais alegrias a torcedores brasileiros do que os próprios brasileiros. Neste mundial, a Scaloneta parece jogar próxima dos limites técnicos e físicos, mas sem deixar de lutar um segundo sequer. Que inveja! Quando cessam as possibilidades de alguma influência do treinador, Lionel Messi aparece e em 15 minutos busca uma virada maradoniana contra o Egito. E ainda contam com a disposição de Leandro Paredes, a estrela de Julián Álvarez, a copa corretíssima de Cute Romero. Caberá a Jude Bellinghan, que de patinho feio não tem nada, a missão de eliminar a Argentina. Uma equipe pragmaticamente inglesa até a bola cair nos pés do meia do Real Madrid. A Inglaterra, que assim como a Argentina de ontem, carrega a responsabilidade de transformar o fardo de ter uma grande geração em legado de conquistas, conta com uma Copa perfeita até aqui do seu imponente camisa 10, além da grande parceria com o melhor centroavante do mundo, Harry Kane. Defensivamente, tem problemas, como a instabilidade do goleiro Pickford. Porém, o que vai ter de brasileiro sendo inglês nessa semifinal... acho que serei um deles. Hey, Jude, que a força do maior camisa 10 da história esteja com você!
Toda a minha dor de cotovelo nas semifinais
O que vai ter de brasileiro sendo inglês nessa semifinal... acho que serei um deles















