Esqueça o camisa 9, centroavante clássico. Esqueça também o habilidoso camisa 10, centralizado porém lento: na Copa do Mundo de 2026, as duas posições mais icônicas do futebol mostraram que seus papéis tradicionais parecem ser coisa do passado.
Antes de a bola rolar, no dia 11 de junho, o Grupo de Estudos Técnicos (TSG) da Fifa fez a previsão de que o Mundial na América do Norte seria o palco onde uma tendência, que já ganhava força no futebol de clubes, se consolidaria de vez.
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As funções de criação ficariam a cargo de meio-campistas que atuam de uma área à outra ou de alas, enquanto a responsabilidade de fazer gols recairia sobre "falsos nove" ou pontas, em vez dos tradicionais centroavantes, sustentaram os especialistas.







