Israel deverá realizar eleições nacionais em 27 de outubro, segundo anunciou a coalizão do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu. Será a primeira eleição no país desde o ataque do Hamas, em 2023, e das guerras que se seguiram na Faixa de Gaza, no Líbano e contra o Irã.
Pela legislação israelense, as eleições para o Parlamento são realizadas a cada quatro anos. A data do próximo pleito, porém, permanecia indefinida desde maio, quando o Parlamento aprovou sua própria dissolução, abrindo caminho para a convocação de eleições antecipadas.
No entanto, o líder da coalizão, Ofir Katz, informou a uma comissão parlamentar neste domingo (12) que a data original, estabelecida por lei, será mantida.
O período eleitoral começará oficialmente na sexta (17), quando o Parlamento entrará em recesso. A partir desse momento, o governo passará a atuar em caráter interino e ficará impedido de avançar com grandes iniciativas políticas, exceto por legislações amplamente consensuais, questões regulatórias de rotina ou medidas necessárias para atender às necessidades de segurança.
O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, afirmou em junho que, após as eleições gerais previstas para outubro, pretende formar um amplo governo de unidade nacional.










