Muitas pessoas no Reino Unido hoje usam aplicativos, smartwatches ou dispositivos vestíveis para monitorar sua atividade física. Para muitas pessoas, eles podem ser úteis: um empurrãozinho para se movimentar mais, uma forma de perceber padrões ou um lembrete de que a atividade física não precisa acontecer em uma academia.
Mas os dispositivos de auto monitoramento também moldam comportamentos por meio de notificações, configurações padrão, sequências, medalhas e feedback automatizado.
Há boas evidências de que o monitoramento pode ajudar algumas pessoas a se tornarem mais ativas. Mas também há relatos crescentes de ansiedade, vergonha e transtornos alimentares entre pessoas que monitoram de perto.
Isso levanta questões sobre quão comuns são esses danos e por que eles acontecem. É isso que venho pesquisando na última década. Aqui estão cinco razões pelas quais o monitoramento pode se tornar prejudicial.
1. A fixação em passos








