Em 2018, quando os Estados Unidos ainda disputavam o direito de sediar a Copa do Mundo de 2026, Donald Trump enxergava o torneio como um instrumento de projeção política.
Oito anos depois, já de volta à Casa Branca, transformou o Mundial em palco de sua política externa: aproximou-se da Fifa, interferiu em episódios que marcaram a competição e viu a reta final do torneio ser marcada pelo retorno dos bombardeios americanos ao Irã.
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Na época da escolha da sede, Trump estava no meio do primeiro mandato. Usava o Twitter (atual X), ainda não havia criado a Truth Social e já fazia das letras maiúsculas uma marca de seus pronunciamentos.








