Apresentadora do Multishow sobe ao palco do Doce Maravilha, no Rio, com a banda Dibob 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Dedé toca bateria desde a pré-adolescência — Foto: Flora Negri RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 08/07/2026 - 19:57 Dedé Teicher quebra preconceitos ao tocar bateria no festival Doce Maravilha Dedé Teicher, apresentadora do Multishow, desafia preconceitos ao tocar bateria no festival Doce Maravilha, no Rio, com a banda Dibob. Desde jovem, Dedé se destacou no cenário musical, primeiro com a banda Scracho, influente nos anos 2000. Sua trajetória inspirou outras mulheres a seguirem no mundo da música, quebrando estigmas de gênero. Dedé valoriza a diversidade musical e rejeita julgamentos precipitados. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Dedé Teicher ainda era uma pré-adolescente fã de Hanson quando começou a se interessar por bateria. Na época, morava em Macaé, no Norte Fluminense, e os primeiros contatos se deram através da banda do irmão mais velho, cujos ensaios rolavam em casa. “Comecei a fazer aulas e fui me interessando até ganhar o meu próprio instrumento”, recorda-se. “Não imaginava que havia tomado a decisão mais importante da vida. Tudo o que aconteceu desde então é um grande ‘efeito borboleta’ iniciado ali.” A dedicação a fez baterista da banda Scracho, hit entre os jovens dos anos 2000, e rendeu credenciais para os mais importantes eventos de música do Brasil, como apresentadora do Multishow. Do Rock in Rio ao Circuito Sertanejo, Dedé, hoje com 40 anos, é testemunha ocular e auditiva do universo musical, mostrando bastidores e conduzindo transmissões ao vivo. Tudo feito sem pendurar as baquetas. No próximo dia 7, ela sobe ao palco do festival Doce Maravilha, no Rio, como baterista do Dibob. Dedé foi baterista da banda Scracho, hit dos anos 2000 — Foto: Ilan Vale A apresentação celebra os 25 anos da banda pertencente ao mesmo recorte que abrigou a Scracho e as famigeradas Forfun e Darvin. Será, portanto, o revival de uma “era”. “Tinha uma coisa de punk rock, meio pop-punk, mas também uma pegada praiana”, recorda-se Dedé, sobre a cena chamada por alguns de “Rio-core”. E ter a baterista na apresentação, destaca Dedeco, vocalista do Dibob, é uma maneira de celebrar o quanto a presença dela foi disruptiva naquele contexto. “Foi um marco para a nossa geração, em que os grupos eram sempre formados por quatro caras. Depois dela, muitas meninas começaram a ver que podiam tocar diferentes instrumentos e ocupar outras posições.” O gênero, afirma Dedé, nunca foi impeditivo para ela, sempre estimulada pelos pais a fazer o que quisesse. Mesmo assim, surpreendeu-se com a reação de outras garotas que a confidenciavam o fato de serem desencorajadas a tocar o instrumento considerado “coisa de rapaz”. No caso da apresentadora, contudo, o preconceito não tem vez nem mesmo quanto ao estilo musical. “Não curto julgamentos precipitados”, afirma. “A música brasileira é uma força de infinitas possibilidades e tem muita coisa boa sendo feita.” É só dar o play.
Dedé Teicher toca bateria em festival e rebate preconceitos: 'Não curto julgamentos'
Apresentadora do Multishow sobe ao palco do Doce Maravilha, no Rio, com a banda Dibob






