Ex-mandatário mineiro também afirmou que assunto deveria ser atribuição do Ministério das Relações Exteriores 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 11/07/2026 - 15:16 Zema critica abordagem paliativa do governo em tarifaço dos EUA Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, criticou a abordagem "paliativa" para enfrentar o possível tarifaço dos EUA sobre produtos brasileiros, em resposta à cobrança de Flávio Bolsonaro sobre a participação de pré-candidatos à presidência em discussões nos EUA. Zema destacou que questões de relações internacionais são responsabilidade do Ministério das Relações Exteriores e defendeu uma solução definitiva para o impasse. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) criticou ontem a criação de uma "solução paliativa" para a ameaça de um novo tarifaço americano sobre os produtos brasileiros, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobrar a atuação de outros pré-candidatos à Presidência na discussão do tema. O ex-mandatário mineiro comentou sobre o tema durante o cumprimento de uma agenda no Mercado Central em Belo Horizonte (MG). — Relações internacionais, como eu já disse, é algo que fica ao encargo do Itamaraty. Um senador pode contribuir, sem dúvida alguma, mas o que o Brasil precisa fazer é resolver definitivamente essa questão do tarifaço. Prorrogar é um paliativo que não traz a solução de que nós precisamos — disse em conversa com jornalistas na ocasião. No comentário, Zema fez referência à ida de Flávio nesta semana a uma audiência do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) em Washington para a discussão do assunto. Após a participação na reunião, o senador criticou, durante uma live para seguidores, a ausência dos adversários no encontro nos EUA. — Eu senti falta, por exemplo, aqui de outros pré-candidatos a presidente fazendo o que eu fiz aqui, porque era uma audiência pública, as pessoas podiam se inscrever. Cadê os outros pré-candidatos à Presidência da República que não estão aqui defendendo os interesses brasileiros? É muito mais fácil ficar criticando a atuação do Flávio Bolsonaro. Muito mais cômodo. Eu estou aqui fazendo a minha parte, estou longe da minha família, estou aqui defendendo o meu país e vou continuar fazendo porque é convicção — questionou o senador. Em resposta, o ex-governador mineiro disse que "não foi convidado" para a audiência e "nem tinha conhecimento" do evento ao comentar sobre a fala do adversário em um evento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, em Brasília.